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Polícia Federal prende três pessoas por crimes relacionados à pedofilia em Belém

A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta sexta-feira (13), em Belém, durante a Operação Bona Dea, mandado de busca e apreensão na residência de um homem investigado por crimes relacionados ao armazenamento, compartilhamento e produção de imagens e vídeos contendo cenas de abuso e exploração sexual infantil. Ao longo da semana "Maio Laranja", de combate a este tipo de crime, a PF prendeu em flagrante três pessoas e cumpriu nove mandados de busca e apreensão na capital.

Prisões e mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Belém (Divulgação/ PF)

De acordo com a PF, os investigados foram rastreados e identificados a partir da utilização de avançadas ferramentas tecnológicas, além de diferentes meios de obtenção de provas. Os equipamentos apreendidos serão encaminhados para a realização dos exames periciais, visando à coleta de provas digitais, as quais ficam armazenadas nos equipamentos eletrônicos.

Se confirmada a hipótese criminal, os investigados poderão responder pelos crimes de compartilhamento (art. 241-A do ECA, 3 a 6 anos), armazenamento (art. 241-B do ECA, 1 a 4 anos) e produção (art. 240 do ECA, 4 a 8 anos) de pornografia infantil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Esses crimes possuem penas máximas que, se somadas, podem chegar a 18 anos de prisão.

As investigações foram conduzidas e operacionalizadas pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos (GRCC) da Superintendência da Polícia Federal no Estado do Pará, com o apoio técnico do Serviço de Repressão aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil (Sercopi) localizado em Brasília (DF).

Bona Dea

O nome da operação remete aos rituais realizados secretamente na antiga Roma, em homenagem à deusa da fertilidade. Só as mulheres eram admitidas nessas reuniões. Em uma das ocasiões, um homem se passando por mulher teria entrado escondido na cerimônia com a finalidade de seduzir Pompeia. Mas ele foi pego e processado por sacrilégio.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: O liberal



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