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Morte de Paulinha Abelha pode gerar prisão por homicídio

O grupo Calcinha Preta alterou sua logomarca para homenagear Paulinha Abelha, vocalista da banda que morreu aos 43 anos, em 23 de fevereiro, após ser internada com uma lesão renal que a deixou em coma.

Paulinha Abelha era vocalista da banda Calcinha Preta. | Reprodução/Instagram

"Como homenagem, decidimos agregar o desenho da abelhinha à marca da Calcinha Preta, num gesto de respeito, amizade, reconhecimento e saudade. Paulinha seguirá com a gente, prometemos levá-la a todos os lugares que ela sempre almejou estar e pra sempre amá-la!", publicou o perfil da banda no Instagram.

O grupo também anunciou que não irá substituir a vocalista. "A banda seguirá com Daniel Diau, Silvânia Aquino e Bell Oliver".

Os laudos necroscópicos apontaram que o fígado e rins da cantora estavam muito comprometidos antes de sua morte, já que eles ficavam sobrecarregados com a quantidade de substâncias que tinham que filtrar.

Durante uma reportagem do Domingo Espetacular, foi mostrada uma receita de Paulinha Abelha com 17 substâncias para tratamento de emagrecimento, depressão, falta de memória, entre outros.

Segundo informações do Diário do Nordeste, os profissionais que receitaram tais medicamentos podem ser condenados por homicídio e até estelionato, caso seja comprovado que eles são os responsáveis pela morte da cantora e caso o juiz entenda que a cantora foi vítima de negligência, imprudência ou imperícia.

Se a justiça entender que a prescrição das substâncias foi feita para obter uma vantagem ilícita, ficaria caracterizado o crime de estelionato.

Os profissionais poderão, ainda, ser julgados de acordo com os códigos de ética de cada profissão.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: Dol



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