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Mulher mais velha da Europa que sobreviveu à covid-19 e gripe espanhola completa 118 anos

Os especialistas constataram que os nascidos antes da epidemia de gripe espanhola de 1918 resistiram melhor à covid-19 que os idosos nascidos depois. Lucile Randon, mais conhecida como a irmã Andrée, é uma prova disso. Mulher mais velha da Europa e segunda mais velha do mundo, ela sobreviveu à covid-19 sem grandes problemas, tendo como sintoma apenas um cansaço. E quando alguém fala sobre a doença que tem preocupado o planeta, ela responde “tive gripe espanhola", conta a médica Geneviève Haggai-Driguez.

Nesta sexta-feira, Lucile ganhou destaque nos jornais e portais de notícias do mundo por chegar aos 118 anos. (St Mary's RC Church / Facebook

Nesta sexta-feira, Lucile ganhou destaque nos jornais e portais de notícias do mundo por chegar aos 118 anos. Irmã Andrée nasceu no dia 11 de fevereiro de 1904 em Alès, no sul da França e, atualmente, a única pessoa com registro verificado civil verificado mais velha do que ela é a japonesa Kane Tanaka, de 119 anos.

"Às 7h me levantam e me sentam à mesa", conta Lucile, sobre a sua rotina diária. Em seguida, ela é levada à capela onde se tornou freira depois dos 40 anos, e ouve a missa todas as manhãs. Anda vestida com seu hábito de freira e véu azul, em cadeira de rodas, com a cabeça baixa e os olhos, que já não enxergam, fechados.

Idosa quer 'morrer logo'

A idosa releva que deseja “morrer logo”, e reclamara o quanto "é horrível não poder fazer nada sozinha".

Lucile trabalhou até o final da década de 1970 e, aos 100 anos, ainda se ocupava de residentes mais jovens do que ela.

Irmã Andrée não tem problemas de saúde, apenas rigidez muscular e articular ligada à sua imobilidade. Ela toma poucos medicamentos por dia, o que, segundo a médica Geneviève Haggai-Driguez, sem dúvida é "um de seus segredos de longevidade".

De acordo com o escritório de estatísticas Insee, cerca de 30 mil centenários vivem na França e 40 superam os 110 anos. No mundo todo, havia meio milhão de centenários em 2015, segundo a ONU, que projeta 25 milhões até o fim deste século.

As Redação/Viva Notícias
Fonte: O liberal



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