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Adolescente atropela o pai e amarra o corpo a uma árvore para concluir o crime

O corpo de um homem de 47 anos foi encontrado amarrado a uma árvore pelo pescoço na zona rural de de João Pinheiro, município do noroeste de Minas Gerais. O cadáver foi encontrado pelo irmão da vítima, que acionou a polícia após verificar que não se tratava de um suicídio, como a cena levava a supor, já que o corpo apresentava marcas de violência.  A polícia deu início aos primeiros levantamentos e, para a surpresa de todos, o próprio filho da vítima se apresentou na delegacia e confessou o crime. As informações são do portal Estado de Minas.

O adolescente, de 16 anos, contou à polícia que estava cansado da violência do pai que, ainda no dia do crime, o teria ameaçado. Além disso, segundo o jovem, a família havia se desfeito por conta da conduta violenta do pai, que seria usuário de drogas e também teria problemas com bebiba alcoólica. 

A vítima costumava beber e ficar agressiva, descontando muitas vezes na ex-mulher. Diante do delegado e na presença do tio, o acusado disse que se sentia incapacitado de reagir para proteger a mãe, e que também chegou a ser alvo das agressões do pai. Ele relatou que, há cerca de de uma semana, a mãe havia saído de casa e voltado a morar com a avó dele. Em seguida, ele próprio também deixou a residência e foi morar com um tio.

De acordo com o adolescente, o crime aconteceu depois que o pai foi procurá-lo e o acusou de ser o culpado pelo fim do casamento. Aparentando estar bêbado, o pai teria ido ao encontro do filho armado com um facão e usou o instrumento para ameaçá-lo. 

Tempos depois, o jovem pegou um carro e foi até a antiga casa da família para buscar algumas roupas. Ao retornar, viu o pai saindo do pasto e acelerou na intenção de provocar um atropelamento. Com o impacto da batida, a vítima caiu inconsciente. O rapaz então o arrastou e amarrou a uma árvore, onde o matou. 

O adolescente foi apreendido em flagrante pelo homicídio e será conduzido a uma unidade de ressocialização para cumprir medida socioeducativa enquanto aguarda a maioridade.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: o liberal



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