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Preso empresário acusado de tentativa de homicídio após discussão sobre valor da conta

Foi preso neste domingo, 29 de agosto, no município de Palmas, capital do Estado do Tocantins, o empresário acusado de disparar tiros contra um cliente de seu bar. Ele foi encontrado almoçando em um famoso restaurante à beira de um lago. Ele estava foragido desde 23 de agosto, tendo o Ministério Público do Estado, por meio da Promotora de Justiça Cremilda Aquino da Costa, se manifestado favorável ao pedido de prisão preventiva. O caso aconteceu fevereiro deste ano, no município de Conceição do Araguaia.

Acusado, que estava foragido da justiça, levava vida normal em outro estado (Divulgação)

Na ocasião, Renan Rodrigues Matos, vítima dos disparos, estava acompanhado de sua namorada, sogra e o cunhado de 12 anos no bar Cazinha Deck Lounge. Ao tentar pagar a conta, a namorada da vítima se desentendeu com a filha adolescente do dono do estabelecimento, que estava no caixa do bar, devido ao valor excessivo cobrado pela conta. 

Durante a discussão, a adolescente xingou a cliente, em seguida, levou um tapa no rosto. Porém, sogra da vítima interviu, tirou sua filha do local, pediu desculpas e pagou a conta. 

A família se retirou do local e seguiu para outro bar para encontrar outros familiares. Pouco tempo depois, o acusado vai ao mesmo local em seu carro com alguns funcionários de seu estabelecimento e chama a namorada da vítima para conversar, ela recusa. Após insistência do acusado, ela decide se aproximar e leva um soco de uma das funcionárias. O acusado afirma que iria matá-la, mas Renan intervém para defender a namorada e então o empresário parte para a briga com ele. 

Após a briga, o acusado sai e retorna ao local, fechando a saída de Renan e da família. Ao sacar uma arma, ele efetua dois disparos contra a vítima e foge. Renan foi socorrido e levado ao Hospital Regional. O atirador apresentou-se espontaneamente em 11 de agosto, alegando que destruiu a arma do crime.

Frente ao que foi apresentado, o Ministério Público se manifestou a favor da decisão de busca e apreensão e prisão preventiva. 

"Subsiste o fundamento da decretação da prisão preventiva para conveniência da instrução criminal, em especial porque, no interregno em que permaneceu foragido, com fins de elidir sua prisão em flagrante, o representado escondeu ou se desfez da arma do crime, como forma de destruir provas do delito na fase de investigação, obstando a realização de perícia de comparação balística", enfatizou a promotora Cremilda Aquino em sua manifestação.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: MPPA



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