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Traficante ligado ao Comando Vermelho ostenta maços de dinheiro, jet ski e carros de luxo

Carros importados, jet ski, viagens e muito dinheiro vivo. O luxo patrocinado pelo tráfico de drogas ditava o ritmo de vida dos integrantes da associação criminosa liderada por um integrante batizado da facção criminosa carioca Comando Vermelho (CV). Um dos criminosos tinha o hábito de usar as redes sociais para ostentar a rotina sofisticada mantida com a venda de cocaína e maconha, principalmente para pequenos traficantes que agem na área central de da capital da República.

Crédito: Divulgação/PC DF

Vídeos e fotos obtidos pelo portal Metrópoles mostram como um dos integrantes do esquema criminoso gostava de torrar o dinheiro faturado com o tráfico de drogas. O homem, de 20 anos, tinha como função controlar a logística do bando. Ele era responsável por processar a droga, dividi-la e realizar o transporte. Os carros de luxos eram usados para fazer o chamado delivery.

Na avaliação dos traficantes, os veículos tinham menos chance de serem abordados durante o trajeto de uma casa na Colônia Agrícola Samambaia até o centro de Brasília. O braço direito do integrante do CV costumava circular pelo DF com grandes quantidades de dinheiro dentro do veículo. Ele fazia questão de filmar os maços com notas de R$ 100 e postar em suas redes sociais.

A ação desarticulou uma associação criminosa responsável por abastecer traficantes que atuam na área central de Brasília. O bando havia se especializado, também, na venda de cocaína e maconha pelas redes sociais. A operação cumpriu cumpre sete mandados de busca e apreensão nas regiões administrativas do Guará, Candangolândia, Riacho Fundo, Estrutural e Colônia Agrícola Samambaia.

Após três meses de investigação, policiais da SRD da 5ª DP identificaram que a associação criminosa comercializava as drogas usando Facebook e Instagram, além de grupos fechados no WhatsApp.

Pequenos traficantes que atuam no Setor Comercial também eram abastecidos pelos criminosos. O líder do grupo é do Rio de Janeiro e membro ativo do CV. Todos os investigados têm passagens pela polícia, especialmente pelos crimes de tráfico e roubo qualificado. Todos permanecem presos na carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE).

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: Roma News



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