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Prisão de ex-vereador Girão pode elucidar morte de Marielle

Ministério Público do Rio de Janeiro anunciou a nova força-tarefa que vai investigar os mandantes das mortes da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, após as duas promotoras responsáveis pedirem para deixar o caso em meio a suspeitas de interferências externas.

 O ex-vereador Cristiano Girão sendo preso na Operação da Polícia Civil em São Paulo. | Reprodução

De três integrantes, o grupo passará a ter oito, sendo coordenado por Bruno Gangoni, que chefia o Gaeco (grupo de combate ao crime organizado) e já assumia a apuração do crime temporariamente desde a última semana.

Os demais membros são os promotores Roberta Laplace, Fabiano Cossermelli, Diogo Erthal, Juliana Pompeu, Michel Queiroz Zoucas, Marcelo Winter e Carlos Eugênio Laureano. Eles também integram o Gaeco e já trabalharam no caso no ano passado.

Nesta sexta-feira (30), o ex-vereador do Rio Cristiano Girão foi preso preventivamente no bairro do Pari, na região central da capital paulista, onde ele morava, em São Paulo. A operação da Polícia Civil do Rio investiga o envolvimento dele na morte do miliciano André Henrique da Silva Souza, conhecido como Zóio, e da esposa dele, em 2014. 

Ele dormia em uma loja da região e, ao sair de carro na madrugada de hoje, foi surpreendido pelos agentes, ainda segundo a polícia. Os policiais também cumpriram mandado de prisão contra o policial militar reformado Ronnie Lessa. Ele está preso acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018. 

De acordo com informações publicadas no UOL, as investigações apontam que Girão é suspeito de ter contratado Ronnie Lessa para matar o miliciano rival e a esposa. A polícia diz que a motivação seria a disputa pelo controle de uma milícia na região. O advogado Zoser Hardman disse que Girão nega qualquer tipo de envolvimento com a milícia do Rio ou com Ronnie Lessa.

Da Redação: Viva Notícias
Fonte: Dol



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