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Anvisa mantém proibição do cigarro eletrônico e defende fiscalização do comércio ilegal; entenda regras

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reuniu, nesta quarta-feira (6), para discutir a regulação dos cigarros eletrônicos no Brasil.

Os diretores da agência analisaram o Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR), que trouxe dados reunidos pela equipe técnica da Anvisa sobre o uso desse tipo de cigarros, incluindo os impactos à saúde, a toxicidade e o posicionamento de organizações internacionais sobre o tema.

Ao fim da votação, a diretoria da Anvisa decidiu manter a proibição dos cigarros eletrônicos, por votação unânime.

Agora, segundo a Anvisa, será feita uma reforma da legislação atual e aberta uma consulta pública para depois seguir para nova aprovação.

Além da proibição, a agência também votou pela adoção de medidas não normativas para a redução da oferta e da demanda (ações de fiscalização em parceria com outros órgãos e campanhas educativas).

Essa decisão havia sido recomendada pela própria equipe técnica da agência – a Gerência-Geral de Registro e Fiscalização de Produtos Fumígenos, derivados ou não do Tabaco (GGTAB) – no relatório analisado.

Ainda segundo a GGTAB, não há evidências científicas que indiquem atualmente uma regulamentação diferenciada para dispositivos eletrônicos para fumar com refis líquidos ou tabaco aquecido.

A Anvisa também esclareceu que, os países onde os DEF estão sendo comercializados não os autorizam como “produtos de dano reduzido”, como os EUA, Austrália, Canadá, Nova Zelândia, países do Reino Unido e União Europeia.

"A autorização de comercialização de cigarros eletrônicos com refis líquidos e dos com refis de tabaco aquecido pelo FDA ocorreu diante de informações ainda desconhecidas relativas aos produtos", afirma a Anvisa.

Os dispositivos eletrônicos para fumar, incluindo os cigarros eletrônicos, são proibidos desde 2009 no Brasil, conforme uma resolução da Anvisa (RDC 46/2009) sobre o tema. A proibição inclui a comercialização, a importação e a propaganda desse tipo de cigarro.

Veja então como ficam as regras:

Anvisa mantém as proibições estabelecidas pela normativa RDC nº 46/2009, proibindo comercialização, importação e propaganda de cigarros eletrônicos;

Agência discutirá ainda questões de aprimoramento de fiscalização, monitoramento e disseminação de informações sobre esses tipos de produto;

Ainda nesse ano, será feita uma reforma da legislação atual e aberta uma consulta pública sobre o tema;

Argumentos

Representantes de diversas entidades médicas e científicas nacionais e internacionais (veja lista ao final da reportagem) foram convidados a elaborar argumentos sobre os cigarros eletrônicos.

Os especialistas foram unânimes em destacar os prejuízos à saúde causados pelo vaping – como é chamado o hábito de fumar esse tipo de cigarro. Veja alguns dos argumentos apresentados:

"Levamos décadas para reduzir o cigarro para o que ele realmente é: um vício chinfrim que provoca mau hálito, deixa cheiro ruim no corpo, nas roupas e causa um número incrível de doenças. As piores doenças que conheci na medicina foram causadas pelo cigarro", disse o médico.

"No Brasil, nós conseguimos reduzir o número de fumantes de uma forma espetacular, elogiada por todas as organizações de saúde, inclusive a OMS. Estamos vivendo essa epidemia do cigarro eletrônico, apresentado para crianças e adolescentes como o cigarro foi apresentado na minha época: uma coisa que solta uma fumacinha, não faz mal nenhum", pontuou.

"O cigarro eletrônico foi feito com a desculpa de que serviria para reduzir os danos, para ajudar as pessoas a pararem de fumar. No ambiente científico não há demonstração de que ele seja capaz de sequer disso", afirmou.

"Estamos criando uma legião de crianças e adolescentes dependentes de nicotina. Na minha experiência pessoal, a nicotina é a droga mais difícil de largar, porque é a única que causa crises de abstinência em minuto", finalizou o médico.

Fiocruz:

"Esses dispositivos são consumidos, em países onde são liberados, prioritariamente por adolescentes e por adultos jovens. Isso significa um boom de dependência à nicotina em toda uma geração de brasileiros atuais e significa também um comércio a mais de uma droga, que é a nicotina", afirmou Vera Luiza da Costa e Silva, da Fiocruz.

Inca:

"Os dispositivos eletrônicos não são eficazes e nem seguros para o consumo humano. Os estudos têm demonstrado que esses dispositivos eletrônicos são eficazes na atração de crianças, adolescentes e jovens para o consumo da nicotina, tornando-se dependente dessa substância", afirmou Liz Maria de Almeida, do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Opas:

"O Brasil pode se orgulhar pelo seu histórico de conquistas em controle do tabaco nas Américas. Evidências atuais não sugerem que esses produtos sejam menos prejudiciais do que os cigarros convencionais. Os cigarros eletrônicos não contêm tabaco, mas são prejudiciais à saúde", disse Anselm Hennis, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

"Na região das Américas, além do Brasil, que continua a demonstrar uma liderança destacada em saúde pública nesta área, outros Estados-membros, como Argentina, México, Panamá, Suriname, Uruguai e Venezuela, proíbem a a venda do cigarro eletrônico. México e Panamá também proíbem a venda de produtos de tabaco aquecidos", completou Hennis.

Apenas a fabricante de tabaco e cigarros Philip Morris Brasil, que também participou da exposição, foi contra os argumentos apresentados pelos médicos e cientistas.

"O relatório parcial teve violações da lei da Liberdade Econômica, das agências reguladores, do decreto federal que regulamenta o processo e ao próprio regulamento dessa Agência", disse Fernando Neustein, representante da Philip Morris Brasil.

Veja lista de entidades participantes:

Associação Brasileira de Estudos em Álcool e Outras Drogas (ABEAD)

Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)

Associação Médica Brasileira (AMB)

Associação Mundial Antitabagismo e Antialcoolismo

Associação de Controle do Tabagismo, Promoção da Saúde e dos Direitos Humanos

Campanha para Crianças Livres do Tabaco - Campaign for Tobacco-Free Kids (CTFK)

Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde da Fundação Oswaldo Cruz

Comitê do MP do Estado do Paraná de Enfrentamento às Drogas e do Projeto Estratégico Semear

Coordenadora estadual do programa antitabagismo de São Paulo

Deputado Federal Alexandre Padilha

Deputado Federal Zacharias Calil

Deputado Mauro Nazif

Dr Drauzio Varella

Incor HCFMUSP

Instituto Nacional de Câncer

Jaqueline Scholz, diretora do programa de tratamento contra tabagismo do Incor

Ministério Público do Estado de São Paulo

Organização Pan Americana da Saúde (Opas)

Tania Cavalcante, médica

Vital Strategies Brasil

União Internacional contra a Tuberculose e Doenças Respiratórias

Philip Morris Brasil (fabricante de tabaco)

Entenda o cigarro eletrônico:

1. O que são os dispositivos eletrônicos para fumar?

São todos os chamados cigarros eletrônicos, que também podem ser apelidados de vaporizadores, pods, e-cigarettes, e-pipes, e-ciggys, etc.

Há também uma outra categoria, que é a dos produtos de tabaco aquecido que usam vaporização. Em vez de ter como base uma essência ou líquido, esses aquecem diretamente o tabaco, a planta da qual é extraída a nicotina.

2. Quais são as principais diferenças entre os cigarros tradicionais?

O cigarro tradicional tem alcatrão, um composto de mais de 40 substâncias comprovadamente cancerígenas, monóxido de carbono (que dificulta a oxigenação do sangue), nicotina, aromatizantes e uma mistura de mais de 7 mil produtos químicos que são tóxicos e prejudiciais à nossa saúde. Eles funcionam por meio da combustão dessas substâncias.

Já os eletrônicos não agem dessa maneira, eles aquecem o líquido de seu reservatório (também chamado de e-líquido) que é então inalado pelo usuário. Assim, por não existir combustão, não há geração de monóxido de carbono. Apesar disso, eles também têm nicotina (por isso também geram dependência) e outras substâncias líquidas como glicerol, glicerina vegetal, propilenoglicol e aromatizantes alimentares.

"É um entregador de nicotina com uma roupa nova", explica a médica Liz Maria de Almeida, coordenadora de Prevenção e Vigilância do Instituto Nacional de Câncer, o INCA. "Esse é o principal fator em comum entre esses tipos de cigarros".

A nicotina, o princípio ativo presente no tabaco, é uma droga. Almeida explica que ela é psicoativa, ou seja, liga-se a aos neurotransmissores do sistema nervoso responsáveis pela liberação de uma substância que dá uma sensação de bem estar no nosso corpo, a dopamina. E esse efeito é bastante rápido. Em cerca de 15 segundos depois da tragada, 25% da nicotina atinge esse sistema de recompensa.

Fora isso, também são colocados nesses produtos aditivos químicos feitos pela indústria alimentícia com sabores de frutas, mas que em nada se parecem com as propriedades desses alimentos.

"Então além da nicotina, que é uma substância que tem ação psicoativa que leva à dependência e que também gera aumento dos batimentos cardíacos, tem efeitos pulmonares, tem efeitos cardiovasculares, tem efeitos imunológicos, etc., você tem o agravante da presença de substâncias químicas muito variadas que são apresentadas nesses dispositivos eletrônicos", alerta a médica.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: g1

Definido: Com 24 clubes, FPF define grupos da Segundinha do Parazão

Após o congresso técnico com os representantes dos clubes, a Federação Paraense de Futebol (FPF), através de seu departamento de competições, definiu os grupos e a fórmula de disputa da Segundinha do Campeonato Paraense 2022.

Com o Cametá, campeão paraense de 2012 e também com o São Raimundo, campeão brasileiro da Série D em 2009, a Segundinha deste ano terá a participação de 24 clubes, divididos em quatro grupos com seis equipes em cada.

Fórmula de disputa

Na primeira fase as equipes se enfrentam no mesmo grupo e terão um total de cinco partidas. As quatro primeiras passam para a próxima fase, fechando o número de 16 clubes.

Na segunda fase inicia as oitavas de finais, com jogos em mata-mata, no critério 1ª geral x 16ª geral, posteriormente nas quartas de finais, terá o mesmo critério 1º geral x 8º geral até chegar à final.

Os finalistas da Segundinha conquistam o acesso para a elite do futebol paraense em 2023.

A competição estadual terá um total de 13 datas e está prevista para iniciar entre o dia 10 e 16 do mês de setembro. Em breve a FPF irá divulgar a tabela detalhada, com dias, horários e locais das partidas.

Confira as equipes e os grupos da Série B do Parazão

GRUPO A: Capitão Poço, Esmac, Vila Rica, Paraense, Pinheirense e Tiradentes

GRUPO B: Sport Belém, Fonte Nova, Izabelense, São Raimundo, Grêmio Carajás e Santa Rosa

GRUPO C: União Paraense, Santos, São Francisco, Pedreira, Vênus e Cametá

GRUPO D: Parauapebas, Sport Real, Gavião Kyikatejê, Altamira Carajás e Atlético Paraense

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: O liberal

Cerca de 28 kg de cocaína são apreendidos em Benevides

A apreensão de entorpecentes no Pará cresceu nos últimos anos. Um levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) mostra que o total de drogas apreendidas (cocaína e maconha) em 2019, correspondeu a 3 toneladas e 418 kg, volume que mais que triplicou em 2020, passando para 10 toneladas e 934 kg.

Droga foi encontrada em tabletes no painel de um veículo. | Divulgação/ PRF

Em 2021, o trabalho das forças policiais resultou em 9 toneladas e 710 kg apreendidos, totalizando 24,062 toneladas de drogas encontradas nos 3 últimos anos. Já em 2022, o total apreendido corresponde até o momento 512 kg.

Na manhã desta quarta-feira (06), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 28 kg de cloridrato de cocaína no km 9 da BR-316, em Benevides, Região Metropolitana de Belém (RMB). Segundo as autoridades, a apreensão gerou um prejuízo estimado em 5 milhões de reais para o crime organizado.

De acordo com os agentes federais, diversos tabletes com os entorpecentes foram encontrados no painel de um veículo após fiscalização realizados pela equipe.

Diante dos fatos, o condutor do veículo foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Benevides para prestar esclarecimentos e após procedimentos cabíveis, ele poderá ser atuado por Tráfico de Drogas.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: Dol

São Raimundo tem confrontos definidos na segundinha; santarenos estão no grupo B

Caminho definido, o São Raimundo já conheceu os seus adversários da primeira fase na disputa pelo acesso para a primeira divisão. O Pantera Santareno ficou no grupo B junto das equipes Sport Belém, Fonte Nova, Izabelense, Grêmio Carajás e Santa Rosa. A equipe comandada por Wando Costa segue se preparando e conta com 18 nomes para a competição deste ano. A expectativa é que mais reforços sejam anunciados.

FPF ainda vai divulgar a tabela da primeira fase (FPF)

De olho no rival

O maior adversário dos alvinegros, o São Francisco também já sabe que passos trilhar nessa primeira fase da competição. O leão santareno está no grupo C junto de equipes como o União Paraense, Santos do Pará, Pedreira, Vênus e Cametá.

Jogos de hoje, quarta-feira, 06/07: confira onde assistir ao vivo e os horários das partidas

Próximo adversário do Paysandu na Série C tem oito jogadores pendurados para jogo de sábado; veja

Na primeira fase da segundinha serão realizados jogos só de ida, cada time vai fazer 5 partidas. Os quatro melhores de cada chave se classificam para as fases eliminatórias que terão oitavas de finais, quartas de finais, semifinais e finais. As duas melhores equipes conseguem o acesso para a primeira divisão.

A segunda divisão do campeonato paraense inicia no dia 10 de setembro, e todos os seus jogos serão realizados na região metropolitana de Belém, os primeiros confrontos serão divulgados pela Federação Paraense de Futebol nos próximos dias.

Da Redação/Viva Notícia
Fonte: O liberal

Flamengo recebe Tolima em busca de vaga para quartas da Libertadores

O Flamengo recebe o Tolima (Colômbia), a partir das 21h30 (horário de Brasília) desta quarta-feira (6) no estádio do Maracanã, para buscar a classificação para as quartas de final da Copa Libertadores. A Rádio Nacional transmite a partida ao vivo.

A equipe da Gávea chega com vantagem ao confronto, após vencer os colombianos na última semana por 1 a 0, gol do volante Andreas Pereira, que deixou o Rubro-Negro e está perto de ser anunciado pelo Fulham (Inglaterra). Quem avançar nesta eliminatória terá pela frente o Corinthians, que eliminou o Boca Juniors (Argentina) na última terça.

Na verdade a vitória da última quarta (29) faz parte de uma sequência de três triunfos (junto com o 3 a 0 sobre o América-MG e o 2 a 1 sobre o Santos, ambos pelo Brasileiro) que dá confiança ao técnico Dorival Júnior para buscar um futuro melhor.

“Sei que ainda estamos longe do que queremos, plasticamente ainda estamos um pouco distantes do que desejamos para a equipe. Porém, vocês podem ter certeza de que esses jogadores estão se entregando demais para conquistar cada ponto. Essa valorização tem de partir de dentro. Em termos efetivos, era o que precisávamos para um respiro dentro do campeonato e para buscar regularidade”, declarou o treinador após a vitória sobre o Peixe no último sábado (2).

Para o jogo desta quarta no Maracanã, Dorival contará com retornos importantes. O primeiro é do volante João Gomes, que cumpriu suspensão por acúmulos de cartões amarelos. Outra novidade no meio-campo pode ser Willian Arão, que se recuperou de infecção pelo novo coronavírus (covid-19).

Já na defesa o zagueiro Rodrigo Caio deve retornar após tratar uma tendinite no joelho esquerdo.

Considerando estes retornos, uma possível escalação do Flamengo para o confronto com o Tolima é: Santos; Rodinei (Matheuzinho), Rodrigo Caio, David Luiz (Pablo) e Ayrton Lucas (Filipe Luís); Thiago Maia, Willian Arão e João Gomes; Everton Ribeiro, De Arrascaeta e Gabriel Barbosa.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: Agência Brasil

Membros de grupo religioso são presos por negar insulina à menina diabética que morreu

Doze membros de um grupo religioso foram presos nesta terça-feira (5/7) pela morte de uma menina de oito anos na Austrália.

Elizabeth Struhs (à direita) fotografada com sua irmã, Jayde — Foto: JAYDE STRUHS via BBC

Elizabeth Struhs era diabética e morreu em 7 de janeiro deste ano em uma casa ao sul de Brisbane. Autoridades acreditam que a menina teve insulina negada por quase uma semana.

No início deste ano, seus pais foram acusados de assassinato, tortura e de fracassar em prover as necessidades da vida.

O grupo estava ciente da deterioração da condição de Elizabeth, mas não procurou ajuda médica, disse a polícia do Estado de Queensland em um comunicado.

Seus pais — Jason e Kerrie Struhs — são membros de um pequeno e isolado grupo religioso na cidade de Toowoomba que não está associado a nenhuma igreja tradicional, segundo a imprensa local.

A polícia alega que o casal e outros integrantes do grupo rezaram pela recuperação de Elizabeth quando ela ficou gravemente doente.

O superintendente da polícia, Garry Watts, disse que as autoridades ficaram surpresas com o que descobriram.

"Em meus 40 anos de policiamento, nunca me deparei com algo assim", disse ele. "E não estou ciente de um evento semelhante em Queensland ou na Austrália."

A irmã mais velha de Elizabeth, Jayde Struhs, culpa os próprios pais e o grupo religioso pela morte da menina.

Em um evento de arrecadação de fundos organizado para apoiar os irmãos de Elizabeth, Jayde disse que sua família ficou "completamente arrasada e com o coração partido".

"Nós enfrentamos uma realidade brutal: as pessoas que deveriam tê-la protegido não o fizeram, e talvez nunca saibamos exatamente o que aconteceu", escreveu ela.

Ela disse que seus pais — com quem ela é brigada — faziam parte de um culto que leva a religião a extremos e usa o medo para controlar seus integrantes.

As 12 pessoas presas devem comparecer ao tribunal na quarta-feira (6/7). Jason e Kerrie Struhs retornarão ao tribunal no final de julho.

 

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: g1

Maranhão: Justiça resgata 26 pessoas em condição análoga à escravidão

Vinte e seis pessoas que trabalhavam em condição análoga à de escravo, em duas fazendas na zona rural de Mirador, no Maranhão, foram resgatadas por auditores-fiscais do Trabalho, com o apoio da Polícia Federal. A equipe de fiscalização realizou inspeção nos estabelecimentos na manhã do dia 27 de junho e, entrevistas com os trabalhadores no dia seguinte, na sede da Promotoria de Justiça da cidade de Colinas.

Após diligências de inspeção, foi apurado que as vítimas haviam deixado o local no dia 21 de junho, por decisão de uma equipe da Polícia Civil do Maranhão, que determinou um pagamento de R$ 416 reais a cada trabalhador.

Como eles já tinham sido afastados do local de trabalho, a auditoria-fiscal prosseguiu com os procedimentos destinados a assegurar todos os direitos aos trabalhadores, desde a formalização e rescisão dos contratos, pagamento das verbas rescisórias e habilitação de seguro-desemprego.

Os auditores apuraram que três vítimas com idade inferior a 18 anos, trabalhavam na “mais completa informalidade, despidos de qualquer proteção social, tendo sido arregimentados por um intermediário na zona rural dos municípios de Colinas, Mirador e São Domingos do Azeitão”.

As provas colhidas permitiram concluir, entre outras irregularidades, que as vítimas dormiam em redes sob barraco de lona, que não oferecia proteção contra intempéries; não tinham acesso a instalações sanitárias e as refeições eram preparadas em fogareiros improvisados no chão. Além disso, elas consumiam água quente e não filtrada e trabalhavam sem equipamentos de proteção contra o sol.

O valor a ser pago pelos dois empregadores totalizou cerca de R$ 44 mil, calculados pela auditoria-fiscal do Trabalho, que dará continuidade ao procedimento de fiscalização com a lavratura dos autos de infração e notificação de débito de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: Agência Brasil

Pandemia faz aumentar profissionais em tecnologia e diminuir em mídia

O número de profissionais que atuam no setor da indústria criativa no Brasil cresceu 11,7% de 2017 para 2020, com distribuição desigual entre as áreas. Enquanto em consumo o número de vínculos empregatícios subiu 20% e em tecnologia aumentou 12,8%, em cultura houve queda de 7,2% e em mídia diminuiu 10,7%.

Os dados estão na sétima edição do Mapeamento da Indústria Criativa, divulgada hoje (5) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O levantamento mostra que o país tem hoje 935 mil profissionais criativos com empregos formais, sendo 47% deles na área de consumo, 37,5% em tecnologia, 9,1% em mídia e 6,4% em cultura.

A Firjan divide a indústria criativa em cultura - que inclui expressões culturais, artes cênicas, música, patrimônio e artes; tecnologia, com tecnologia da informação e comunicação (TIC), biotecnologia e pesquisa e desenvolvimento, a área de consumo - que abrange publicidade e marketing, design, arquitetura e moda; e mídia, que se refere aos segmentos editorial e audiovisual.

A primeira edição do levantamento é de 2008 e a periodicidade era bianual, mas a entidade decidiu atrasar um ano o levantamento para incluir 2020, reunindo informações sobre como a pandemia de covid-19 afetou o setor. A fonte do estudo é o Ministério do Trabalho e Previdência.

As principais quedas no vínculo empregatício do setor, de 2017 para 2020, foram nas artes cênicas (-26,6%), patrimônio e artes (-20,6%), moda (-16,9%) e editorial (-14,4%). Os aumentos mais expressivos no mesmo período ocorreram em publicidade & marketing (48,2%), biotecnologia (22,7%), TIC (18,5%) e expressões culturais (7,8%).

Por estado, os maiores mercados da indústria criativa continuam com São Paulo, que soma 380,4 mil vínculos, e o Rio de Janeiro, com 95,7 mil. Na área da cultura, se destacam os estados do Norte e do Nordeste na quantidade de profissionais no setor:

Paraíba (13,6%); Bahia (12,2%); Piauí (11,8%); Alagoas (11,4%); Acre (11,0%) e Rio Grande do Norte (10,6%) lideram o ranking de participação de profissionais na área cultural.

Segundo a Firjan, a participação da indústria criativa no Produto Interno Bruto (PIB) passou de 2,61% em 2017 para 2,91% em 2020, com um total de R$ 217,4 bilhões, percentual recorde na série histórica, iniciada em 2004. O valor se compara à produção da construção civil e ultrapassa a extração mineral.

Pandemia

O vice-presidente da Firjan, Leonardo Edde, destaca que as mudanças refletem os novos modelos de negócio e hábitos de consumo, com a expansão da tecnologia na pandemia e a consequente necessidade da transformação digital de empresas de todos os segmentos, bem como a reestruturação do setor de mídia, que alterou as formas de produção, disseminação e consumo de conteúdo.

“As produções criativas nos ajudaram a encarar os dias difíceis de pandemia e a manter a saúde mental no isolamento. O problema é que nós apenas consumimos, mas não geramos mais dessa riqueza em razão do isolamento e de outras barreiras físicas geradas pela pandemia. Ou seja: aumentou o consumo e caiu a produção cultural”, diz.

A pesquisa destaca que o cenário no fim do primeiro ano da pandemia era de 14,8 milhões de desempregados no país, o que correspondia a 14,7% da população economicamente ativa, incluindo 31% dos jovens.

De acordo com o estudo, a remuneração média dos profissionais do setor criativos, de R$6.926,00 em 2020, era 2,37 vezes maior do que a remuneração média do trabalhador brasileiro, que estava em R$2.924,00. Em 2017, essa diferença era de 2,45 vezes.

A gerente de ambientes de inovação da Firjan, Julia Zardo, destaca que as mudanças de paradigma vivenciadas durante a pandemia foram incorporadas e convivem com os antigos.

“Esses paradigmas coexistem e a gente está criando novos. Como o analógico vai conviver com o tecnológico, essas experiências vão ser ressignificadas. O presencial e o digital, o ser humano tem usado as novas tecnologias de informação e de comunicação, mas depois de dois anos usando, a gente lembrou que o ser humano é um bicho social e precisa ir para a rua, se encontrar”.

Julia destaca o aumento das vendas online, que subiram 785% em faturamento nos cinco primeiros meses de 2022, na comparação com o período pré-pandemia. Apenas São Paulo registrou 924 mil pedidos no e-commerce de janeiro a maio, seguido do Rio de Janeiro, com 331 mil, e Santa Catarina, com 279 mil.

“A gente tem uma pesquisa da Firjan do ano passado com as indústrias, mostrando muitas mudanças no seu processo produtivo e de vendas. Em torno de 80% disseram que não iriam voltar ao que era antes, que eles gostaram das mudanças e vão continuar mudando cada vez mais”, diz Julia.

Análise temática

Esta edição do mapeamento trouxe quatro análises temáticas. Edde explica que em Soft Power e desenvolvimento com base na cultura e identidade dos territórios”, o levantamento indica o potencial que o Brasil tem para usar sua imagem e influência afim estimular negócios e gerar desenvolvimento.

“A gente está trabalhando para trazer de volta o potencial positivo do Soft Power brasileiro. É um país que, nos estudos internacionais, apresenta índices positivos relacionados a um país festeiro, um povo amigável, receptivo. O Brasil tem uma familiaridade muito grande no mundo”.

Ele destaca, porém, que também há uma imagem internacional negativa do Brasil, que precisa ser revertida.

“Essas referências, como o jeitinho brasileiro, a malandragem carioca, contribuem para esse Soft Power reverso, que traz uma imagem negativa ao empresariado, que é uma imagem de corrupção, malandragem, jeitinho nos negócios e serviços e por aí vai. Claro, existe a realidade do que acontece, como existe em qualquer lugar do mundo, mas precisamos entender e trabalhar o nosso Soft Power de maneira positiva.”

As outras análises especiais são Definições e Fronteiras da Economia Criativa, que propõe uma discussão sobre o que é Economia Criativa - Desafios à valoração de intangível nas Indústrias Criativas, para tratar do papel central que os ativos intangíveis vêm ganhando em uma economia cada vez mais digital; e Aspectos da Proteção da Propriedade Intelectual”, que discute a venda de cópias e o licenciamento de direitos autorais

O estudo completo está disponível no site https://www.firjan.com.br/EconomiaCriativa.

Centro de referência audiovisual

A apresentação do estudo ocorre junto com o lançamento da Escola Firjan Senai Sesi Laranjeiras, que será um centro de referência no setor de audiovisual do estado do Rio. Serão ofertados no local, na Rua Ipiranga número 75, cursos técnicos como Produção de Áudio e Vídeo, Desenvolvedor de Conteúdo de Youtube e Computação Gráfica.

A estrutura conta com laboratórios de figurino, captura de movimento, colorimetria, workstation e de fabricação digital, com impressoras 3D e máquinas de corte a laser. Edde destaca que a escola se alinha às mudanças estruturais que atingem a indústria criativa.

“Existe uma tendência muito forte de digitalização do setor, e a nossa escola vem para atender essa necessidade e inserir no mercado mais profissionais com todos os tipos de qualificação, especialmente neste momento em que as produções foram retomadas e estão a pleno vapor”.

Mais informações no site www.firjansenai.com.br/audiovisual.

 

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: Agência Brasil

Aeronave carregada com meia tonelada de cocaína é interceptada pela FAB em MS

Força Aérea Brasileira, neste domingo (3), em Mato Grosso do Sul. A aeronave fez um pouso forçado em São Paulo, entre as cidades de Jales e Pontalinda.

Droga apreendida — Foto: Divulgação/ FAB

Segundo nota divulgada pela FAB, uma aeronave de pequeno porte entrou no espaço aéreo brasileiro sem autorização e foi classificada como suspeita. Dois caças A-29 Super Tucano da FAB foram empregados na missão, realizada em conjunto com a Polícia Federal.

Os militares tentaram contato com o piloto, mas não obtiveram nenhuma informação dele, de acordo com a FAB. Como ele não obedeceu a nenhuma das ordens, os militares efetuaram então um tiro de detenção, que tem objetivo de atingir o alvo.

Só depois disso que o piloto do avião suspeito fez o pouso forçado em São Paulo, entre as cidades de Jales e Pontalinda. Duas pessoas se evadiram antes da chegada dos policiais e na aeronave foram encontrados cerca de 500 quilos de pasta base de cocaína.

A FAB afirmou que todas as medidas previstas em casos de interceptação de aeronave suspeita são com base no decreto 5.144, de 16 de julho de 2004. A ação faz parte da Operação Ostium, para coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto a Força Aérea Brasileira e a Polícia Federal.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: g1

Conta de luz fica 12,04% mais cara, em média, a partir desta segunda-feira no estado de SP

O reajuste nas tarifas da conta de luz da Enel São Paulo passa a valer a partir desta segunda-feira (4) para os consumidores de todo o estado. O aumento médio será de 12,04%, sendo 18,03% para alta tensão e de 10,15% para baixa tensão.

O reajuste anual da tarifa é definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), tendo como base o contrato com a concessionária, e foi aprovado na última terça-feira (28).

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados apresentou um projeto de decreto legislativo para impedir o aumento da tarifa.

Em 21 de junho, a Aneel anunciou reajuste de até 63,7% nos valores das bandeiras tarifárias, ou seja, a cobrança extra na conta de luz, para o período de julho de 2022 a junho de 2023.

Desde 16 de abril, está em vigor a bandeira verde, quando não há cobrança extra aplicada à conta de luz.

Bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para sinalizar o custo de geração de energia.

A bandeira fica na cor verde quando o nível dos reservatórios está alto e não há necessidade de acionamento extra de usinas térmicas.

A bandeira amarela é acionada quando as condições para geração de energia são menos favoráveis, mas ainda não há o custo extra de acionamento das térmicas

Já as bandeiras vermelhas entram em vigor quando os reservatórios das usinas hidrelétricas ficam baixos e é preciso acionar várias usinas termelétricas para garantir o fornecimento de energia.

Quanto mais térmicas fornecendo energia, mais caro fica o custo de geração, que pode chegar à bandeira vermelha patamar 2 - o nível mais alta do sistema.

O objetivo do sistema de bandeiras é informar aos consumidores quando o custo aumenta e permitir que eles reduzam o consumo para evitar pagar uma conta de luz mais cara.

Antes do sistema de bandeiras, o custo do acionamento extra das térmicas era repassado somente no ajuste anual das tarifas, o que acarretava na cobrança de juros e correção monetária, penalizando o consumidor.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: g1

Prefeitura abre vagas para agente de saúde e endemias

A busca por estabilidade de emprego e financeira é cada vez maior entre muitos brasileiros. Com isso, aumenta o número de pessoas que optam por concursos públicos ou processos seletivos. E para quem está em busca dessa oportunidade a Prefeitura de Prainha, município do Pará, anunciou a abertura do seu mais novo concurso público regido pelo edital nº 001/2022 que visa preencher vagas disponíveis na administração municipal para profissionais de nível médio.

De acordo com o edital, o processo seletivo está ofertando 53 vagas, sendo 29 vagas imediatas e 24 vagas destinadas a formação de cadastro reserva em cargos de Agente Comunitário de Saúde e Agente de Combate às Endemias. A remuneração para ambos os cargos é de R$ 1.750,00 para atuação em jornada de 40 horas semanais.

Para concorrer a umas das vagas, é necessário possuir o ensino médio completo; ter concluído o curso de formação inicial com carga horária mínima de 40 horas.

Inscrições e etapas:

As inscrições poderão ser realizadas até o dia 14 de julho de 2022 pelo site do Instituto Ágata e o valor da taxa de participação é de R$ 85,00.

O seletivo contará apenas com duas etapas, sendo elas: prova objetiva, a ser aplicada no dia 07 de agosto de 2022 e curso de formação.

O curso de formação inicial terá duração de 40 horas e o candidato obter um aproveitamento mínimo de 75% para ser considerado aprovado. Todos os detalhes sobre o certame poderão ser obtidos no site do Instituto Ágata.

Em caso de dúvida é só entrar em contato com a banca organizadora pelos telefones (91) 3241-0422, 3121-7816 ou pelo e-mail atendimento@institutoagata.org.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: Dol

RS: Grávida readmitida em "função inferior" será indenizada

Infelizmente, há mulheres que são demitidas pelas empresas após a licença-maternidade. Mas, você sabia que a trabalhadora que for dispensada enquanto estiver grávida e for readmitida em função inferior deve ser indenizada pela empresa? Pelo menos é o precedente aberto na cidade de Rio Grande, interior do Rio Grande do Sul, onde uma empresa foi condenada a pagar uma indenização por danos morais no valor de R$ 20 mil. A decisão unânime reforma a sentença proferida pelo juízo da 2ª vara do Trabalho.

Ao voltar para o trabalho, a empregada, que antes trabalhava como pintora, foi designada para realizar tarefas de serviços gerais como limpeza de banheiros e recolhimento de lixo. Porém, de acordo com os desembargadores da 8ª turma do TRT da 4ª região, além de caracterizarem rebaixamento de função, as atividades não eram condizentes com a gravidez.

Entenda o caso

A trabalhadora foi despedida em 2017, e após informar a empregadora de que se encontrava grávida, foi readmitida em 2018.  A mulher contou que, depois daquele dia, passou a desempenhar tarefas como limpeza de banheiros, de containers e descarte de lixo.

Mas, a empresa alegou que, após a readmissão, a trabalhadora foi direcionada a atividades que demandam menor esforço e menor exposição a agentes químicos e biológicos. Entre essas tarefas, não estaria a realização de limpeza de banheiros.

No entanto, com base no depoimento da empregada e de testemunhas, o juiz de Rio Grande considerou, que as atividades desempenhadas eram variadas, inclusive burocráticas, e que a limpeza se limitava à varredura do chão e recolhimento de lixo limpo. Ainda segundo o juiz, não houve rebaixamento funcional, e as atividades que ela passou a desenvolver eram mais compatíveis com seu estado. Sendo assim, indeferiu a indenização por danos morais.

Inconformada com a situação, a trabalhadora apresentou recurso ao TRT-4.

No entendimento do relator do processo na 8ª turma do TRT-4, desembargador Marcelo José Ferlin D'Ambroso disse. "O rebaixamento de função configura alteração lesiva que contraria a norma insculpida no art. 468 da CLT e consubstancia fato grave atentatório à dignidade e reputação profissional do trabalhador no seu ambiente laboral."

De acordo com Marcelo D'Ambroso, o sofrimento e o abalo emocional resultantes da situação em comento são mais do que evidentes e dispensam a prova de sua efetividade. Diante desse fundamento, a turma condenou a empregadora ao pagamento de uma indenização por danos morais no valor de R$ 20 mil.

Da Redação/Viva Notícias
Fonte: Dol